domingo, 20 de outubro de 2013
BODY WITHOUT SOUL
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
FABULOUS! - The Story of Queer Cinema
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
FILADÉLFIA
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
A RAÍZ DO CORAÇÃO
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
LUIS II DA BAVIERA
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
ANGELIC CONVERSATION
Pais: UK
Duração: 78 min
Morre em 1994, em consequência de complicações decorrentes da AIDS, logo ao completar os filmes Blue, um filme monocromático sem imagens, e Glitterbug, uma montagem de seus vários filmes feitos em super 8.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
MADAME SATÃ
Ano:2002
País:Brasil
Duração:105 min
domingo, 29 de setembro de 2013
THE BIG GAY MUSICAL

Ano:2009
The directors chose to cast openly gay Broadway actors for all the film's key roles. (http://en.wikipedia.org/wiki/The_Big_Gay_Musical)
sábado, 28 de setembro de 2013
UM HOMEM SINGULAR
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
ATRÁS DO CANDELABRO

O anunciado projecto, para a HBO, de Steven Soderbergh sobre o entertainer Liberace foi O filme “Behind the Candelabra” (Atrás do Candelabro, em tradução livre), considerado “demasiado gay” pelos estúdios de Hollywood, dirigido por Steven Soderbergh, com Michael Douglas no papel principal, foi um dos grandes vencedores do Emmy, principal prêmio da TV americana. A obra sobre a vida do pianista Liberace levou as estatuetas de melhor filme, actor e director. Um retrato íntimo de Liberace como nunca até hoje mostrado.
Nascido a 16 de Maio de 1919, Wladziu Valentino Liberace (Michael Douglas) foi um pianista prodigioso que se tornou um ícone da América dos anos 1960/70, com os seus espectáculos extravagantes e inusitados, onde misturava o virtuosismo do piano clássico com as músicas populares da época. Neste filme, é contada a tempestuosa relação com o jovem Scott Thorson (Matt Damon), seu secretário e amante desde 1977, cuja relação terminou num escândalo público, depois de seis anos de intensa cumplicidade. Em 1987, pouco antes de morrer, Liberace faz um último telefonema ao ex-amante, com quem, finalmente, encontra forma de se reconciliar. Com argumento de Richard LaGravenese e realização de Steven Soderbergh, um drama biográfico que se inspira no livro de memórias do próprio Scott Thorson, "Behind the Candelabra: My Life with Liberace", onde é descrita a sua vida com o músico. (excerto de Luís Veríssimo).
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
EU MATEI A MINHA MÃE
quarta-feira, 13 de julho de 2011
PARA UM SOLDADO PERDIDO
- VOOR EEN VERLOREN SOLDAAT
- Realizador: Roeland Kerbosch
- Ano: 1992
- Pais: Holanda
- Duração: 92 m
“For a Lost Soldier” é mais do que uma simples história aparentemente pedófila, e se reconhecida como tal, poderemos então indubitávelmente, dizer tratar-se de uma verdadeira história pedófila, porquanto, é fruto das recordações que uma criança conservou durante toda a sua vida e que mais tarde levou-a a escrever um livro. É natural que quem tenha visto ou conheça o filme pense tratar-se apenas disso, um argumento, contudo esconde mais que isso: encobre uma história, a de Rudi van Dantzig, bailarino e coreógrafo de Ballet, o qual escreveu, a pedido, três peças para aquele que considero o maior bailarino de sempre, Rudolf Nureyev.
Além da sua carreira como coreógrafo, desenvolveu uma vertente literária e fez sua estreia em 1986 com o romance autobiográfico que deu origem ao filme agora apresentado. O livro foi filmado e traduzido em Inglês e Alemão, tendo sido na Holanda reimpresso dezasseis vezes, após o qual escreveu um livro com as suas memórias de Nureyev e mais uns tantos contos e romances.
Se é verdade que o relacionamento entre duas pessoas com considerável diferença etária é visto como um desvio comportamental sexual ou social, quando envolve um menor tende mesmo a ser encarada como pecaminosa, senão mesmo como criminosa, ou onde o factor “amor” é completamente expurgado como motivador dessa mesma relação. Talvez este filme, autobiográfico, mostre o outro lado que esquecemos ser possível e que os tabus teimam em não aceitar. Poderemos ser lavados a pensar até que ponto pode essa relação ter influenciado a vida do autor e se a ausência desse momento na sua infância poderia tê-lo levado a uma vida diferente, mas seja como for, é o próprio aceitar o quanto esse episódio foi importante para a sua vida, começando o filme precisamente, em jeito de flashback, com Rudi Dantzig (Jeroen no filme) a recordar com nostalgia esse passado com bastante ternura, o que aliás se reflecte na forma como descreve os acontecimentos, procurando nessas mesmas recordações ultrapassar uma crise de inspiração como coreógrafo.
E se me prolonguei nesta história que se esconde por detrás do filme é porque não é de somenos importância para o entendimento ou mesmo enriquecimento do filme, visto ser aquela história que poucos chegam a conhecer.
È um filme que se recusa a carregar para a história uma bagagem psicológica e social contemporânea escusando-se a qualquer menção depreciativa da homossexualidade, limitando-se a demonstrar que o amor pode ser um misterioso designo tão puro quanto aquele que encontramos no Du Er Ikke Alene (ver noutro post este filme), um outro filme que enfrentou fortes censuras e proibições em lugares mais conservadores, e em Portugal, obviamente, jamais exibido. Possívelmente o filme sobejamente mais conhecido que retrate uma relação entre um adulto e uma criança seja o “Morte em Veneza” mas nada ou pouco terá em comum com este e muito menos com o livro de Thomas Mann que inspirou este último filme referido.
Por fim resta dizer que a história do filme (e do livro), lembrada através dos olhos do jovem Jeroen (Maarten Smit), um jovem introspectivo loiro de 13 anos, passa-se no final da 2ª Guerra Mundial, sendo Jeroen enviado pela sua mãe para uma quinta no interior dirigida por um homem austero e religioso. Com a chegada dos aliados ao país, Jeroen desenvolve uma amizade íntima e intensa com o soldado canadense Walt. Surge então entre os dois uma relação afectuosa e íntima além do imaginado, servindo de palco este cenário para o desenrolar da descoberta da sua própria sexualidade e aprendizagem sobre o amor de uma forma inusual.
Deixo-vos aqui o trailer que considero mais bem conseguido do filme, assim como a possibilidade de o obterem pela internet.
terça-feira, 12 de julho de 2011
ORAÇÕES PARA BOBBY
PRAYERS FOR BOBBY
Realizador: Russell Mulcahv
Não me querendo alongar muito no texto, e já que referi alguns pontos comuns entre filmes, não resisto a partilhar mais um que pode constituir-se como um momento de reflexão: A atracção que o mundo homossexual, ou os realizadores, nutrem por pontes, associando-as amiúde das vezes a momentos trágicos ou de pura introspecção ou catarse. Quem já tenha visto o L.I.E de Michael Cuesta, não deixará de associar neste filme, ambas as cenas que se passam numa ponte. Poderá existir algum sentido metafórico cinematográfico na eleição deste elemento, ou constituirá mesmo uma expressão do foro psicológico relacionado com a condição do homossexual que tenta construir, por assim dizer, uma "ponte" entre o seu mundo secreto e o real, tão notório neste filme que agora apresentamos?
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
ANTES QUE ANOITEÇA
BEFORE NIGHT FALLSAno:2000
País:USA
Duração:133 min
Este drama biográfico retrata a história de Reynaldo Arenas (1943-1990), escritor cubano que viveu intensamente – ainda que diferentemente – a mais marcante revolução política do seu país. Reynaldo Arenas foi um dos homens que, através da escrita, se opôs ao regime. Homossexual assumido e “provocador” na sua forma de escrever, Arenas rapidamente se tornou num alvo a abater pelo governo de Fidel Castro. Desde a passagem pela prisão, a censura dos seus escritos, até à sua fuga de Cuba, num objecto (câmara de ar) que haveria de ficar imortalizado como «jangada da vida», esta obra relata a vida de um homem incessantemente perseguido e debruça-se sobre os problemas de uma sociedade que, dizendo-se igualitária, recriminava e punia toda e qualquer diferença de ordem artística, sexual ou cultural.
Tendo como pano de fundo a situação política de Havana, a película debruça-se abertamente sobre a questão da homossexualidade e a forma como esta, ontem como hoje, é mal aceite pelas sociedades. Mais que um filme, Antes que Anoiteça é um retrato histórico de um país mergulhado – até aos nossos dias – em contradições e equívocos.







.jpg)









